WHO WE ARE

DIREITOS HUMANOS,  DEMOCRACIA E JUSTICA RACIAL NAS AMÉRICAS

QUEM SOMOS

Nossa Equipe

A equipa da AfroResistance é um grupo dedicado de ativistas comprometidos em cumprir a visão da organização e em garantir os direitos humanos de afrodescendentes. Com o apoio de ativistas extraordinários em todo o mundo, promovemos e aprofundamos os laços de solidariedade política internacional para apoiar os movimentos de justiça racial nas Américas.

Janvieve Williams Comrie

Diretora Executiva

Janvieve Williams Comrie é uma mulher negra e latina, estrategista de direitos humanos, formadora e organizadora com um profundo compromisso em apoiar na construção de poderosos movimentos sociais para justiça racial e para os direitos humanos. Tem trabalhado em diversas áreas e para várias instituições de direitos humanos, incluindo o Escritório Regional do Alto Comissariado para os Direitos Humanos na América Central, onde coordenou um programa regional sobre raça e racismo. Janvieve é reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho com as comunidades afrodescendentes.​

 

Janvieve é membra do Conselho de Administração do Projeto Praxis e do Comitê Consultivo Regional para a Federação de Planejamento Familiar / Região do Hemisfério Ocidental (IPPF/WHR, nas siglas em inglês). Ela foi recentemente premiada com Soros Equality Fellowship (2018 a 2020).  Ela é mãe de duas crianças maravilhosas e vive no Bronx em New York com seu parceiro de vida.

Ana Paula Barreto

Diretora de Programas

Ana Paula Barreto é Diretora de Programas da AfroResistance em New York. Ela é uma investigadora nas áreas de migração, saúde global e desigualdades, com ênfase especial nas mulheres e meninas afrodescendentes. ​

 

Ana possui mais de dez anos de experiência como profissional de direitos humanos, trabalhando nas Américas e em África. Ela é uma das beneficiárias da Fellowship for People of African Descendent das Nações Unidas em 2018 devido ao seu trabalho sobre a brutalidade policial e o papel da mídia na legitimação da violência contra grupos racializados.

 Ela é a co-fundadora do Projeto 111, um projeto que ensina xs jovens das favelas a usar ferramentas de mídia para contar as suas próprias histórias e disruptor do status quo através da narração de histórias, e a co-fundadora do Coletivo Kilomba, o primeiro coletivo negro formado por Mulheres Negras Brasileirasnos Estados Unidos.

Marry Ferreira

Coordenadora de Comunicação

Marry Ferreira é brasileira, mestre em Mídia Pública pela Fordham University, e pesquisadora sobre mídia, igualdade de gênero e justiça racial.


Atualmente, a Marry é Representante da Juventude do IAWRT nas Nações Unidas, onde trabalha para reunir jovens líderes e ONGs para trabalharem ativamente em conjunto para promover a agenda da ONU e defender os direitos das mulheres negras. 

Marry tem sido uma das organizadoras da Marcha das Mulheres Negras nos Estados Unidos nos últimos dois anos, e faz parte do Comitê Diretor da Lei NYC4CEDAW Act.  Marry também é co-fundadora do Coletivo Kilomba, primeiro coletivo negro formado por mulheres negras brasileiras nos Estados Unidos, e colunista internacional da Revista Afirmativa. 

Dinah Ortiz-Adames

Fellow

A Dinah Ortiz-Adames é uma ativista comunitária que lutou por mais de 13 anos em favor do povo negro. Uma Redutora de Danos que não tem problemas em compartilhar a sua história de um passado caótico de substâncias usadas e uma defensora ardente dos pais no sistema socio-infantil.


Ela trabalhou com várias organizações sem fins lucrativos e desenvolveu as suas habilidades de advocacia ao longo do caminho. Do trabalho com mulheres antigamente encarceradas até as mulheres com um histórico de violência doméstica, Ortiz-Adames tem procurado fazer ouvir as vozes dos não ouvidos. Ela participa em diversas plataformas, falando sobre questões que afetam pais, particularmente as mães que tornam-se alvos devido ao distúrbio do uso de substâncias.

Há um sentimento de abandono quando se trata de pessoas Negras, porque elas não são vistas ou ouvidas e ela está trabalhando diligentemente para garantir que as suas vozes sejam ouvidas e os seus rostos sejam vistos, porque elxs estão aqui e aqui para ficar. Para ela, só porque falam espanhol, não significa que não levem um tiro nas costas como qualquer outra pessoa negra nas ruas, portanto, o que você vê é o que você recebe. Uma Afro-Latina que fala espanhol e é 100% negra.

Sara Quiñones

Fellow

Sara é ativista do Processo de Comunidades Negras e foi eleita Presidente do Conselho Comunitário Alto Mira y Frontera em 2014, em Colômbia.

Ela denunciou diferentes tipos de violência no seu país de origem e foi vítima de perseguições e ameaças por parte de grupos armados. Ao denunciar as ameaças constantes e ser forçada a renunciar à vice-presidência do Conselho Comunitário Alto Mira y Frontera, Sara foi perseguida politicamente pelo Estado colombiano e foi privada de liberdade de abril de 2018 a julho de 2019.

Devido a todas as situações de perseguição e ameaças recebidas, a Sara não assumiu seu cargo como Vice-Presidente do Conselho Comunitário Alto Mira y Frontera, onde foi eleita em 2018.